quarta-feira, 2 de maio de 2018

Interpretação, natureza e intencionalidade - 2018
Está aberta até dia 18 de maio a inscrição no curso online "Interpretação, natureza e intencionalidade". 
Interpretação está sendo entendida como a ação de atribuir significado a algum artefato, especialmente textos escritos. Esta ação envolve um esforço da inteligência para solucionar questões ou problemas, que denomina-se de 'Pensamento Reflexivo". Por causa disso a interpretação é vista como um componente importante do que se chama hoje em dia de "competência em informação". 
Natureza está sendo entendida como o conjunto de regularidades e ordenamentos que produz a adaptação dos seres vivos ao meio ambiente. Neste sentido é que dizemos que o ser humano tem um ambiente social que se forma a partir do ambiente natural. Por isso dizemos que a inteligência e a linguagem se desenvolvem evolutivamente a partir de disposições e funções naturais. Indo um pouco mais longe, poderíamos afirmar que a 'informação' que está sendo interpretada, embora não seja algo natural, mas sim criação humana, mesmo assim faz parte do nosso meio ambiente. 
Intencionalidade está sendo entendida com a qualidade pela qual alguma coisa remete, aponta ou indica outra. Intencionalidade é a qualidade essencial da vida mental, mas também se encontra intencionalidade em artefatos, ou seja, em produtos da mente, como um texto, uma pintura, um gesto ou qualquer tipo de utensílio ou artefato. Um objeto ou evento só é informativo se for dotado de intencionalidade.  
Usando este panorama de conceitos, o curso discute a interpretação e suas aplicações na aprendizagem e na vida social. Dá algumas sugestões para o uso da interpretação na educação e na pesquisa. 
Já contamos com cerca de 20 inscritos, e esperamos você também. O curso será inteiramente à distância e cada pessoa faz seu próprio ritmo. O certificado é fornecido pela UDESC, com carga horária de 40 horas. 


domingo, 8 de outubro de 2017



Interpretar é uma ação da inteligência dirigida a algum tipo de artefato.
Textos escritos são artefatos, e sua interpretação não deixa de ser uma espécie de uso que o leitor faz, conforme seus próprios objetivos.
Todo artefato se abre à possibilidade de variadas interpretações.

sábado, 7 de outubro de 2017

As inscrições para o curso Interpretação, Natureza e Intencionalidade já estão pegando fogo mano!

Criei agorinha um grupo no Facebook para reunir o pessoal interessado e ir trocando experiências. 


Experiência é tudo pessoal! Não só a existência de experiência, mas a qualidade e o tipo de experiência. 

Ainda estou começando a começar a aprender a usar a internet para reunir as pessoas em experiências educacionais.  Certamente tem algumas pessoas interessadas no curso que conhecem este assunto muito melhor do que eu, e conto com a ajuda delas para avaliar e sugerir melhorias na proposta em geral. 

A experiência educa
John Dewey (o autor que eu estudo) diz mais: a experiência educa. 
Mas não é qualquer experiência, e sim a experiência de certo tipo. Por isso temos que contar com um critério para separar a experiência educativa da deseducativa. 
Separar a experiência que educa, da experiência caduca (hahahaha). 

Este critério se baseia em duas coisas: 
1. Continuidade - uma experiência é contínua em relação às anteriores, e prepara as seguintes. Se este fluxo leva ao crescimento, e amplia possibilidades, ela educa. 
2. Interação. Uma experiência une o subjetivo e o objetivo. Ela une o indivíduo com o mundo. Uma experiência sempre se faz em certa situação. Se a experiência liga sujeito e objeto numa relação harmônica, se promove a adaptação ativa, ela educa. 

Bora se educar todo mundo!